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segunda-feira, agosto 29, 2011
Como criar um questionário de pesquisa de mercado em 5 passos !!!
Para fazer um questionário de pesquisa de mercado recomendamos o Google Forms.
Com ele, sua pesquisa pode ser respondida diretamente no corpo do e-mail e os dados são automaticamente organizados em planilhas. (Confira a pesquisa que fizemos para nossa consultoria em Um modelo real de pesquisa de mercado)
Passo 1 – Crie uma conta do Google
Se você ainda não tem uma conta no Google, crie uma. Além do Gmail deixar o Outlook ou qualquer outro e-mail no chinelo, existem várias ferramentas que ajudarão sua empresa como o Google Docs, Google Calendar, etc.
Passo 2 – Crie um novo formulário
Vá para a página do Google Docs e clique em Novo Form.
Passo 3 – Edite seu formulário
Faça um questionário que não seja chato de ser respondido. As pessoas tendem a ignorar questionários muito grandes, mesmo com perguntas rápidas. Só pergunte o que for realmente essencial para sua pesquisa de mercado.
Passo 4 – Envie o questionário
Clique no botão Enviar esse questionário por e-mail, selecione seus destinários e lembre-se de conferir se a caixa Incluir formulário no e-mail está marcada. Caso não dê certo o envio, encaminhe o link que aparecerá na parte de baixo da tela de edição.
Passo 5 – Confira as respostas na planilha
Clicando em Ver respostas e escolha se quer vê-las em uma planilha ou um resumo delas já com os gráficos prontos.
Na hora de visualizar a planilha é possível compartilhá-la com outras pessoas (seu sócio, clientes, parceiros, etc.)
Para ver as imagens em tamanho maior, é só clicar nelas.
Quem tiver problemas com as figuras, seguem os links: Novo questionário de pesquisa de mercado, Editar questionário de pesquisa de mercado, Enviar questionário de pesquisa de mercado e Planilha com as respostas da pesquisa.
Abraços,
Millor Machado (pagando pau pro Google)
P.S.: Não sei o porquê, mas o Outlook não consegue visualizar totalmente questionários muito longos nem mandar as respostas automaticamente para a planilha. Mais um motivo para você só perguntar o que for essencial e estimular o uso do Gmail.
Como nascem as grandes empresas !!!
Não sei vocês, mas eu sempre tive muita curiosidade em saber como grandes impérios eram criados. Depois de um tempo, não apenas li sobre o surgimento de mega corporações como também descobri que normalmente há um padrão de crescimento de empresas.
Se você pretende mudar seu status de maluco com uma ideia (empreendedor iniciante) pra gênio visionário (empresário bem-sucedido), confira as 6 etapas necessárias pra que isso aconteça.

Todo gigante já foi pequeno um dia
Esse é o ponto em que você teve uma ideia genial e tem certeza que ela irá mudar o mundo.
Nessa etapa você tem basicamente 2 preocupações:
- Construir seu produto
- Conseguir capital suficiente pra que seu projeto não morra antes de ver a luz do dia
Na hora de desenvolver seu produto vale a pena ter 2 coisas em mente:
- Ele irá demorar mais do que o esperado para ficar pronto
- As vendas iniciais serão menores do que você espera
3. Estabilização
Se você chegou até o ponto em que sua empresa dá lucro e sua preocupação passa de sobrevivência para expansão, parabéns! Você está em um lugar onde muitos empreendedores jamais chegaram, a lucratividade.
Na fase de sobrevivência sua empresa chegou a um modelo em que você faz alguma coisa e isso te dá dinheiro (modelo de negócios). Agora é uma questão de fazer isso mais vezes.
Nessa hora sua preocupação deixa de ser financeira (quem diria hein?) e passa a ser a contratação de pessoas capazes de executar seu modelo de negócios. É aqui que uma cultura empresarial forte e processos gerenciais bem organizados começam a fazer a diferença.
4. Crescimento
Depois de tanto trabalho, finalmente sua conta bancária está ficando bem gordinha e você sofre para atender a demanda de tantos clientes.
O lado bom é que magicamente você se torna uma pessoa mais bonita. A desvantagem é que pra que a empresa vá ainda mais longe, você ainda não poderá colher os frutos, já que eles serão usados para financiar a próxima etapa do crescimento.
5. Decolagem
Como já dizia Mufasa “Simba, chegou a hora que você deve ocupar seu lugar no ciclo da vida.”.
Na decolagem você irá expandir rapidamente sua presença em mercados maduros e irá estabelecer sua marca como referência no setor. Isso tudo exige uma grande quantidade de capital para seus esforços de marketing e contratação de pessoas.
6. Maturidade
Se você passou por todas as etapas anteriores, considere-se um vencedor.
A maior dificuldade de uma empresa madura é manter sua posição de liderança. É preciso tomar muito cuidado para não se acomodar e deixar de inovar.
Conclusão
Uma coisa que você deve ter percebido é que, cada vez mais, o empreendedor deixa de ser o cara que “coloca a mão na massa” pra ser um líder capaz de delegar tarefas.
Outra coisa importante é que planejamento é fundamental. Imagina só acordar um dia e falar “Opa! To na próxima etapa! E agora, o que faço?”. Por isso, ter conhecimento sobre liderança e gestão pode facilitar muito sua passagem por essas etapas.
Nessa área, recomendamos a Graduação Executiva em Processos Gerenciais da Anhembi Morumbi, que conta com professores experientes e inseridos no mercado.
O mais legal desse curso, além da flexibilidade na escolha das matérias, é o fato de ser focado em pessoas já com certa experiência no mercado (turmas exclusivas para pessoas acima de 24 anos), o que permite um grande networking e o surgimento de oportunidades.
A Graduação Executiva conta com grande flexibilidade de horário, o que te possibilita montar seu horário de acordo com sua agenda e capacidade financeira.
Abraços,
Millor Machado (ansioso para levar a Empreendemia até as próximas etapas)
Obs.: Esse artigo é uma adaptação da aula “Managing Business Growth” de Dennis Ceru, professor do Babson College.
Perguntas ao especialista: Liderança jovem !!!
José Frederico Lyra Netto – Presidente do Vetor BrasilEngenheiro mecatrônico pela Unicamp. Na universidade foi presidente da Mecatron (empresa júnior), presidente da Brasil Júnior (Confederação Brasileira de Empresas Juniores) e membro titular do Conselho Nacional de Juventude do governo federal.
No Vetor Brasil, é responsável pela estratégia e coordenação geral dos trabalhos, sendo também coordenador dos planos de desenvolvimento para as cidades de Araguaçu e Palmas/TO.
O Vetor Brasil tem como carro-chefe o empreendimento Vetor Cidades, em que são feitos planos de desenvolvimento para que municípios alcancem altos patamares de qualidade de vida. O primeiro projeto foi feito com a cidade de Araguaçu-TO e em julho foi iniciada a montagem de um plano para a capital do Tocantins, Palmas.
Quais as principais diferenças entre a gestão de uma empresa convencional para uma organização focada no bem estar coletivo?
As principais diferenças estão na gestão dos incentivos que levam as pessoas a trabalhar em cada tipo de organização. Segundo Steven Levitt (Universidade de Chicago), pessoas são motivadas através da ponderação de três incentivos – o financeiro, o social e o moral.
Creio que o primeiro seja o principal em empresas convencionais; já em organizações focadas no bem estar coletivo, os incentivos social e o moral são os principais. Isso modifica o perfil dos membros, mudando também a forma de cobrança em cada um dos casos.
No mundo empresarial o resultado é medido por vendas, como é essa medição para uma organização social?
Organizações sociais ou públicas medem o quanto seu trabalho impactou no público alvo.
No Vetor Brasil, dentro do empreendimento de planos para cidades, o resultado será medido pelo crescimento do PIB do município, aumento do IDH, melhora do coeficiente de Gini (indicador de desigualdade social) etc. É uma questão de buscar medir o aumento do bem estar do público que está sendo trabalhado pela organização.
Como o Vetor Brasil atrai talentos para trabalhar voluntariamente?
O Vetor Brasil tem buscado jovens que tenham talento/diferencial em suas áreas e que sejam alinhados com o nosso propósito de querer mudar o país, deixar sua marca. E isso é que o atrai pessoas para o Vetor – além de benefícios como contatos com referências públicas e empresariais.
Tenho a impressão de que há muitos que anseiam em contribuir para o país, mas que não conhecem um caminho para isso. Quando apresentamos o grupo, que ainda é incipiente e em fase piloto, vemos uma atração grande pela “causa”: pela possibilidade de fazer a diferença de um modo pragmático, ousado, mas que preza por uma preparação.
Quais são as características que você acredita que levem uma pessoa a sair do lugar em prol de uma causa?
Ambição, alinhamento com a causa e a massa crítica propulsora.
A ambição é imprescindível, e não enquanto qualidade negativa, mas a ambição de vencer, de se superar, de realizar os sonhos.
O alinhamento com a causa é análogo ao alinhamento com a visão de uma empresa: quanto mais alinhado o profissional, mais motivação ele terá para trabalhar para alcançar esta visão. A história já nos mostrou uma infinidade de pessoas que até morreram por acreditar em um país, em um líder e principalmente em um ideal – como a liberdade ou a democracia.
Finalmente, a causa em questão deve ter adeptos suficientes para criar uma massa crítica de pessoas – com isso, uma reação em cadeia acontece. Apesar da intenção de “sair do lugar”, algumas pessoas precisam que seus contatos, relacionamentos e referências também tenham essa vontade e o “empurrem”.
Qual a sua dica para o jovem empreendedor que queira desenvolver sua liderança e fazer diferença para o país?
Ser empreendedor já é uma ótima maneira de mudar o país – seja por inovação, geração de renda ou influência positiva na sociedade. Mas isso isoladamente não é suficiente. Acredito na necessidade de um pacto entre todos os setores – em algum momento alguns terão que fazer algum esforço para que todos possam ganhar em conjunto. A articulação entre empresários, políticos e profissionais do terceiro setor é essencial para a propagação do impacto. O jovem empreendedor deve fazer parte de discussões, projetos etc. com os outros setores.
Em relação à liderança, apenas uma dica pessoal: uma boa liderança se inicia com uma boa visão – uma visão simples, forte e motivadora, seja em uma empresa, organização do terceiro setor ou no próprio governo. A capacidade de passar esta visão às pessoas é o primeiro e um dos mais importantes passos da liderança.
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Quem quiser saber mais sobre o Vetor Brasil, mande um e-mail para josefredericoln@gmail.com
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