domingo, setembro 18, 2011

Olimpíadas já começam a gerar oportunidades de empregos !!!

RIO -Cinco anos antes, o maior evento esportivo mundial já cria empregos no Rio e promete trabalho nas mais diferentes áreas. E não cria apenas em setores como turismo, hotelaria, alimentação, ensino de idiomas e construção civil - os mais óbvios quando o assunto é abertura de vagas em função das Olimpíadas de 2016. Também já surgem ou vão surgir oportunidades para profissionais que atuam em gerenciamento de projetos, advocacia, meio ambiente, propaganda e marketing, transporte público, segurança e tecnologia da informação (TI), inclusive em desenvolvimento de games.
Levantamento que foi realizado pela Fundação Instituto de Administração (FIA) - a pedido do Ministério do Esporte - prevê que poderão ser criados 120 mil empregos por ano, até 2016, em todo o Brasil. Sendo que, para algumas funções, a contratação já começou.
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, por exemplo, conta com um time de cerca de 180 pessoas atuando no planejamento e organização do evento, e está constantemente abrindo novas vagas. O objetivo é formar, daqui a cinco anos, uma equipe de quatro mil empregados, entre pessoal temporário e permanente, além de 70 mil voluntários. E, atenção, nesta fase inicial de recrutamento estão sendo abertas posições dos níveis gerencial e sênior.
- No momento, estamos montando a base da pirâmide e contratando pessoas bem especializadas. Na virada para 2012, as áreas estratégicas deverão começar a montar suas equipes com pessoal de diferentes níveis - informa Marcela Lima, gerente regional da Adecco, empresa de recursos humanos que tem uma parceria com o Comitê Olímpico Internacional (COI) e realiza a seleção para a Rio 2016.
As oportunidades que estão disponíveis no comitê atualmente se concentram nas áreas jurídica, de tecnologia da informação, recursos humanos, comercial, de marketing e gestão de projetos - algumas bastante específicas, como analista de venda de patrocínios pleno e especialista em serviços dos Jogos Olímpicos.
E, naturalmente, o leque de demandas só tende a crescer e a se diversificar conforme as Olimpíadas forem se aproximando. Quem trabalha com desenvolvimento de games, por exemplo, já pode ir se preparando para ser bastante requisitado pelo mercado. Seja para atuar na criação dos jogos de videogame oficiais do evento de 2016, seja para desenvolver aplicativos para tablets e celulares, as perspectivas são de que haja um forte aumento na procura por serviços desse tipo.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Os sete erros das finanças !!!


Escrito por Marisa Adán Gil
De cada dez e-mails que chegam para a seção Divã do Empreendedor, nove são de empresários que estão passando por problemas financeiros e não sabem como resolver. Saldo no vermelho, dívidas com bancos, impostos atrasados, falta de capital de giro, dificuldade em conseguir dinheiro para expandir a empresa: são muitas as dúvidas que assaltam os empreendedores afogados em números. Analisando as cartas, fica fácil perceber que muitos deles chegaram nesse ponto por causa de erros comuns, que poderiam ser evitados com algumas noções básicas de gestão e um pouco de bom senso.
Confira aqui os sete erros mais frequentes cometidos na área de finanças, segundo Brian Hamilton, fundador da consultoria Sageworks e colunista da Inc.
1. Contar vitória antes do tempo. Existem empreendedores que, depois de assinar alguns contratos, agem como se o dinheiro já estivesse na conta. Otimistas, contratam funcionários, compram equipamento, investem em melhorias. Basta um cliente voltar atrás para que as finanças virem um desastre.
2. Pedir dinheiro emprestado sem necessidade. Sempre que possível, utilize seus próprios recursos para crescer. Saber quais linhas de crédito estão à sua disposição é sempre uma boa pedida. Usar esse crédito sem necessidade é uma temeridade. Empréstimos são um motivo a mais de preocupação – especialmente quando a empresa não tem condições de pagá-los.
3. Atrasar o pagamento de impostos. Muitos empresários cometem esse erro, acreditando que será mais fácil saldar a dívida mais tarde. Acredite:  juros e multas fazem com que o pagamento se torne ainda mais complicado.
4. Colocar preços baixos nas mercadorias. Baixar os preços para lucrar mais é uma estratégia que só funciona para as grandes redes varejistas. Se você não se enquadra nesse padrão, melhor vender menos produtos a preços mais altos. Dessa maneira, a empresa têm a sua margem de lucro protegida, além de valorizar a marca.
5. Permitir compras à prazo. Quando um empresário concede crédito ao cliente, ele está criando um risco desnecessário. Se for possível, venda apenas à vista. Nem todos especialistas concordam nesse ponto, mas a verdade é que muitos empreendedores fracassam porque não conseguem manter um fluxo de caixa saudável – em boa parte, por causa das vendas à prazo.
6. Colocar todos os ovos em uma cesta só. Nunca dependa de uma única fonte de receita. Ter um cliente só, que paga todas as contas, parece cômodo – até que o cliente desaparece, levando junto todo o lucro da empresa. Diversificar para sobreviver: este deveria ser o tema de todas as startups que sonham em crescer.
7. Contratar pessoas sem critério. Nos primeiros anos, reduzir custos com pessoal é fundamental. Verifique se seus funcionários colaboram para as vendas, criam produtos ou prestam algum tipo de serviço. Se algum deles não faz nada disso, há algo errado com a empresa.

Faça 5 perguntas a si mesmo !!!

A dica de hoje foi dada por Stephen Kersey em seu blog StartupSpark.
1. Você tem paixão pela ideia?
Esse é a primeira pergunta por uma razão, sem paixão é quase impossível começar um negócio de sucesso. Você precisa de motivação incondicional para ver seu negócio na infância, acompanhar o crescimento e finalmente a maturidade.
2. Você entende seu cliente-alvo?
Em qualquer negócio conhecer o seu cliente é extremamente importante. Se você não souber o que e quem é o seu alvo, você está atirando no escuro.
3. Você consegue cobrir os gastos iniciais?
Você pode ter a melhor ideia de negócio, mas se você não tiver como cobrir os gastos iniciais sua ideia não pode ajudar muito. Na verdade, você pode estragar sua sustentabilidade financeira pessoal tentando alcançar uma receita não-realista.
4. Você tem o conhecimento necessário?
Dependendo da área, falta de conhecimento pode ser fatal para uma empresa nascente. Se você não tem o conhecimento, você deve ter formas claras de ter pessoas no time com o know-how necessário.
5. Você terá tempo para se dedicar?
Nem todos podem largar seus empregos e focar no negócio próprio. Com isso em mente, a primeira pergunta é se você terá tempo para levar a ideia até o fim.