Publicado em Millor Machado
Uma frase
extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”.
Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos
poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.
Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.
Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo
algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito
mais produtivo.
1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson,
que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível
para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você
tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de
ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.
Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa
tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o
máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada
entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está
sempre pensando em formas de entregar além do esperado.
2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um
objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é
importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.
A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante.
Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até
o objetivo seja alcançado.
Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?
3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de
tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a
motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender
exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar
seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa
mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano
precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma
hora a máquina quebra.
Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou
levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você
esteja conscientemente descansando.
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sexta-feira, outubro 21, 2011
sexta-feira, outubro 07, 2011
Uma tarefa sem prazo é uma tarefa que nunca será feita !!!
A dica de hoje foi dada por Jeremy Wright no blog Young Entrepreneur
Existe uma coisa do mundo dos negócios que é importante ser aprendida cedo por um empreendedor: “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Isso é conhecido como a Lei de Parkinson e significa que prazos nos motivam.
Sem prazos, o esforço para completar uma tarefa é ou super estimado ou ignorado. Com isso, o empreendedor fica enrolando ao invés de sentar a bunda na cadeira e fazer o projeto sair.
Quando um prazo razoável é definido, ele cria uma referência psicológica. No fundo de sua mente, o empreendedor sabe que se deixar passar aquele prazo será necessário assumir o erro e explicar para os outros membros da equipe o porquê daquela tarefa não ter sido feita. Isso é uma experiência vergonhosa e desconfortável.
Use prazos a seu favor e nunca aceite a mentalidade “Vou fazer isso quando tiver tempo”. Como Parkinson nos lembra, uma tarefa sem prazo nunca será feita.
5 dicas para criação de Logotipo
Para
você que quer criar um novo logotipo para sua empresa, ou alterar
aquele letreiro escrito em Comic Sans, mas não entende lhufas de design
gráfico, aqui vão algumas dicas antes de sair contratando qualquer um.
Na verdade, quem deve preparar o seu logotipo é algum profissional da
área de design gráfico. Porém é bom que você tenha essas noções, pois
afinal é você quem está pagando e é você quem irá carregá-lo por todos
os lugares.
1. Um logotipo não deve necessariamente dizer o que a empresa faz
Você não precisa colocar o seu produto no seu logo. A Apple não vende maçãs mordidas.
Logotipo de clínica odontológica não precisa mostrar dente, restaurante não precisa mostrar comida, consultório dermatológico não precisa mostrar unha encravada. Além de não ser essencial, pode deixar seu logotipo brega:
A Sony não mostra uma TV, a FIAT não mostra um carro, a Adidas não mostra um tênis, o Mc Donald’s não mostra um sanduíche.
2. Simples é melhor
Não exagere nas ideias, formas e cores. O seu cliente será incapaz de decorar seu logotipo se ele for uma imagem ultra colorida e cheio de passarinhos e arcoíris. Além disso, quanto mais simples, mais fácil de adaptá-lo sob as demais circunstâncias: panfletos, banners, cartazes, camisetas, eventos etc.
3. Estilo apropriado
Não é porque Web 2.0 está na moda que você vai querer que seu
escritório de advocacia tenha um logotipo com letras grandes, redondas e
coloridas. Cuidado com modinhas.
4. Rabisque
Muitas ideias só conseguem fluir quando colocadas no papel. Você não precisa entregar ao designer gráfico um draft perfeito com todos as cores e formas que você quer, mas pelo menos alguns rabiscos grotescos ou algumas palavras-chave. Lembre-se que o designer gráfico geralmente só sabe desenhar, não tem a visão de mercado que você tem do seu próprio produto.
5. Converse sempre com o designer
Esta dica serve para qualquer projeto de desenho gráfico. As empresas tem o costume de jogar a bomba nas mãos do designer e só depois de meses voltar para ver o resultado. Geralmente não dá certo, o resultado acaba sendo nada a ver com o que você esperava. Procure sempre acompanhar cada passo que o designer dá.
Mas atenção: acompanhar não significa perseguir! O designer precisa de momentos sozinho para o processo criativo – palpites nas horas erradas podem atrapalhar a criatividade. Agende com ele etapas e deadlines.
Ficaí a dica!
Abraços,
Mauro (na luta contra fotoxópis)
1. Um logotipo não deve necessariamente dizer o que a empresa faz

Logotipo de clínica odontológica não precisa mostrar dente, restaurante não precisa mostrar comida, consultório dermatológico não precisa mostrar unha encravada. Além de não ser essencial, pode deixar seu logotipo brega:

2. Simples é melhor
Não exagere nas ideias, formas e cores. O seu cliente será incapaz de decorar seu logotipo se ele for uma imagem ultra colorida e cheio de passarinhos e arcoíris. Além disso, quanto mais simples, mais fácil de adaptá-lo sob as demais circunstâncias: panfletos, banners, cartazes, camisetas, eventos etc.
3. Estilo apropriado

4. Rabisque
Muitas ideias só conseguem fluir quando colocadas no papel. Você não precisa entregar ao designer gráfico um draft perfeito com todos as cores e formas que você quer, mas pelo menos alguns rabiscos grotescos ou algumas palavras-chave. Lembre-se que o designer gráfico geralmente só sabe desenhar, não tem a visão de mercado que você tem do seu próprio produto.
5. Converse sempre com o designer
Esta dica serve para qualquer projeto de desenho gráfico. As empresas tem o costume de jogar a bomba nas mãos do designer e só depois de meses voltar para ver o resultado. Geralmente não dá certo, o resultado acaba sendo nada a ver com o que você esperava. Procure sempre acompanhar cada passo que o designer dá.
Mas atenção: acompanhar não significa perseguir! O designer precisa de momentos sozinho para o processo criativo – palpites nas horas erradas podem atrapalhar a criatividade. Agende com ele etapas e deadlines.
Ficaí a dica!
Abraços,
Mauro (na luta contra fotoxópis)
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