quarta-feira, agosto 31, 2011

Esqueça a agressividade na hora de negociar!!!

A dica de hoje foi escrita por Rafael Teixeira do blog Papo de Empreendedor.
Não adianta bancar o nervosinho na hora de conseguir algo no mundo corporativo. A melhor alternativa é falar manso.
Abaixo você confere algumas dicas extraídas do texto da revista Inc. sobre como negociar de forma mais eficiente:
1. Dois ouvidos, uma boca
Esse conselho milenar faz sentido na hora de negociar: você não tem dois ouvidos e apenas uma boca por acaso. Escute o que o outro lado tem para falar antes de fazer sua proposta. Você acaba conhecendo o que ele está pensando e pode fazer modificações nos seus planos de acordo com o que for dito primeiro.
2. A gentileza vence o medo
Provavelmente a pessoa com quem você está negociando está tão nervosa e ansiosa quanto você. A melhor forma de contrabalancear todo esse medo concentrado é sendo gentil. Ela vai acabar confiando mais em você e o acordo pode estar fechado antes que você possa soletrar “gentileza”.
3. Prepare-se
Essa já está no manual de procedimentos de qualquer bom empreendedor: não vá para uma reunião de negócios sem estar preparado. Informe-se sobre tudo o que pode ser útil para fechar o negócio – até visitar o Facebook da pessoa com quem você vai conversar para saber quais são os passatempos dela.
4. Não perca seu tempo
Se a conversa não está levando a lugar algum e fechar o acordo parece mais distante do que nunca, pense se o que você quer alcançar com isso vale todo o trabalho. Ou melhor, pense que outros proveitos você pode tirar dessa negociação além daquele que você tinha imaginado no início.

Governo avalia "flexibilizar" prazo de implantação do Sped !!!

 


O governo do estado garantiu  que irá analisar a proposta de ampliação do prazo de entrega do SPED Fiscal, apresentada ontem por empresários e contadores em audiência pública na Assembléia Legislativa. O prazo final para implantação do programa seria no próximo dia 30 de setembro, o que, segundo o setor, deixaria as empresas sem tempo hábil de cumprir exigências e treinar pessoal para usar o novo sistema. O sinal de que o prazo poderá mudar foi dado pelo secretário estadual de Tributação, José Airton. O SPED é um programa por meio do qual toda a escrituração fiscal e contábil das empresas passará a ser feita de forma digital e não mais da forma tradicional, com o uso de papel.

O assunto foi discutido ontem em Natal, em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa
 O pleito dos empresários é prorrogar o prazo de implantação para janeiro de 2012, de forma escalonada, de acordo com o Faturamento das empresas. Para as empresas optantes pelo Simples Nacional a proposta é que a legislação passe a vigorar a partir de janeiro de 2014, devido ao alto custo de implantação. "Vamos tentar flexibilizar os prazos, sem abrir mão da obrigação que eles (empresas/contadores) têm de fazer a escrituração. É uma situação delicada, porque temos conhecimento da dificuldade deles. Mas abrir mão da escrituração digital puniria quem já investiu nisso", disse o secretário após a audiência, acrescentando que a secretaria irá analisar ponto a ponto os pleitos recebidos, mas que também não poderá tomar uma decisão unilateral. "teremos de consultar também a Receita Federal", observa. A expectativa é que uma posição consolidada saia na próxima sexta-feira.

O Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do RN (Sescon), uma das entidades que pleitearam a audiência junto aos deputados Hermano Morais (PMDB) e Gustavo Fernandes (PMDB), avaliou como extremamente positivo o encontro. Uma pesquisa entre os associados do Sescon/RN deixou a entidade preocupada. Mais de 60% dos contadores dizem ter clientes que devem implantar os programas até o fim do mês. "A grande reclamação na pesquisa é a falta mão de obra qualificada para usarmos o novo sistema, alem da dificuldade de encontrarmos o software. Isso sem falar no alto custo para adquirir o sistema", disse o presidente do Sescon/RN, José Weber Carvalho Carvalho, do Sescon.

Marcus Guedes, diretor executivo da Fecomercio RN, disse, durante a audiência, que a Fecomercio, o Sebrae e outros parceiros uniriam esforços para capacitar as empresas. A Secretaria Estadual de Tributação também se comprometeu a solucionar a questão. "Vamos buscar parceiros para garantir o treinamento dessas pessoas", garantiu o secretário.

Estados como Alagoas, Maranhão, Piauí, Sergipe, São Paulo e Rio de Janeiro conseguiram o adiamento para 2014. "O Sped é um avanço, mas se fosse simples São Paulo, por exemplo, não teria postergado o prazo", observa o superintendente do Sebrae RN, Zeca Melo.

5 cuidados ao estabelecer parcerias !!!

Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
Todos sabemos o quanto é difícil crescer sozinho. Sabemos também que não é fácil encontrar sócios qualificados, e mais complicado ainda é atrair colaboradores comprometidos e engajados (caso deseje funcionários com visão de dono, então a busca pode ficar ainda mais difícil, uma vez que são disputados a tapa). Nesse contexto, um caminho consistente para a expansão é o desenvolvimento de parcerias estratégicas.
Elas podem atrair a multiplicação comercial, ou garantir alguma complementação de conhecimento, mas podem também trazer enormes dores de cabeça.

Pensando nisso, e imaginando alguns cuidados fundamentais para transformar um peixe de fora, num grande aliado, desenvolvemos uma lista que pode ser bastante útil.
Vamos lá:
1- Antes de estabelecer uma parceria, tente conter o ímpeto, e estabeleça claramente (para você mesmo) por que motivo está procurando um aliado estratégico;
2- Não inicie nenhuma relação dessa natureza sem um contrato. Ele não pode ser genérico, e deve estabelecer claramente o conjunto das responsabilidades de cada parte, assim como os limites e parâmetros em cima dos quais a parceria será constituída;
3- Antes de avançar em uma negociação dessas, tente entender qual é o nível de proximidade das culturas organizacionais entre as duas empresas. Culturas muito distintas podem resultar em problemas sérios, além de muita perda de tempo;
4- Se a parceria for tecnológica ou de compartilhamento de métodos e conhecimento, trate de efetivar uma cuidadosa análise de aderência. Se a aderência for grande, trate de estabelecer normas claras para proteger as propriedades intelectuais das duas partes;
5- Ao formalizar uma parceria estratégica, estabeleça mecanismos que protejam a independência das duas empresas, de forma a minimizar prejuízos em caso de distrato.
Boa sorte, e cuidado.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil