sexta-feira, agosto 19, 2011

As seis perguntas que se deve fazer sobre a empresa antes de aceitar uma proposta de trabalho !!!

RIO - Num processo de seleção, o recrutador tem alguns fatores para avaliar a respeito dos candidatos e, a partir daí, optar por um ou outro. Currículo, apresentação e adequação do perfil do profissional ao da vaga são alguns deles. Mas, revertendo um pouco a situação: o que os profissionais avaliam a respeito das empresas para as quais se candidatam? Por que não fazer uma espécie de "auditoria" sobre a cultura de cada potencial empregador que irá visitar? Trata-se de um exercício muito estimulante se feito corretamente, afirma Megham Biro, fundadora da TalentCulture, especialista em gestão de carreira reconhecida mundialmente na busca e retenção de talentos.
Mas o que é importante saber para ver se a empresa realmente atende a suas expectativas? Em artigo publicado no site de carreiras Glassdoor, Megham enumera as perguntas que o candidato deve fazer antes de aceitar uma proposta de emprego:
1) Os funcionários são remunerados de forma justa? Ou: os salários são competitivos em relação a outras companhias do setor?
2) Os benefícios oferecidos são compatíveis aos dos concorrentes?
3) A empresa conta com programas que demonstrem que valorizam o trabalho de seus empregados (prêmios, bônus e avaliações de desemprenho regulares)?
4) A empresa costuma investir no treinamento para garantir o desenvolvimento de seus funcionários?
5) Os gestores têm uma política de portas abertas? Existe um bom fluxo de comunicação entre chefes e empregados?
6) Seus valores correspondem aos da empresa? Isto pode ser respondido, em parte, revendo a missão da organização, mas o ideal é conversar com funcionários de vários setores. Assim fica mais fácil conhecer parte da equipe e saber como funciona a empresa e o que é ou não permitido, em termos de atitudes, vestuário e hábitos.
- Não se deve esperar até que seja eliminado do processo ou esteja frustrado com seu trabalho, caso seja contratado. Faça logo essas perguntas antes de investir tempo, energia e criatividade para se tornar um bom funcionário - aconselha a consultora americana.
Para ela, é importante para a empresa, da mesma forma, tornar clara qual é a sua cultura. Esse tipo de posicionamento ajuda a orientar o dia a dia de seus funcionários:
- A cultura de uma empresa é uma das ferramentas mais eficazes para se atrair bons profissionais. E talento é o que diferencia as empresas vencedoras daquelas que não conseguem evoluir - conclui Megham.

quinta-feira, agosto 18, 2011

14 dicas essenciais para motivar seus funcionário !!!

A dica de hoje foi dada por David Shedd no portal Entrepreneur.com
  1. Não demonstre estar nervoso ou com raiva.
  2. Não seja frio, distante ou grosseiro.
  3. Passe mensagens simples e claras.
  4. Não haja como se eles trabalhassem somente pra você alcançar o seu sucesso.
  5. Não evite assumir a responsabilidade pelas suas ações.
  6. Faça o que você disse que ia fazer quando disse que iria fazer.
  7. Responda a telefonemas e emails.
  8. Não tire conclusões antes de checar os fatos primeiro.
  9. Em público, sempre dê apoio ao seu time.
  10. Guarde “puxões de orelha” para momentos privados.
  11. Admita seus erros.
  12. Reconheça seu time pelos trabalhos realizados.
  13. Sempre pergunte e escute cada pessoa do seu time.
  14. Sorria e se divirta no trabalho.
Para ser um motivador, você também precisa estar motivado. Por isso recomendo o post: 3 dicas sobre como manter sua motivação em alta.

quarta-feira, agosto 17, 2011

Dicas para deixar de ser pequeno !!!

Antes de tudo, vamos deixar algo bem claro: tamanho não é documento. Creio que sobre isso não existe discordância (é o que imagino), e quando classifico um negócio como grande ou pequeno, me refiro a sua expressão como empreendimento e não ao porte do seu escritório ao número de funcionários ou ao elenco de ideias (as vezes meros palpites sem embasamento). Trata-se, então, de valor agregado, posicionamento, originalidade, capacidade de gestão e competência.
No entanto, seguindo a coerência do conceito, o fato do seu escritório ser um ovo, dispor de dois colaboradores e dois sócios e empenhar um projeto único, ambicioso, inovador e consistente, não significa que tenha atingido o nirvana dos empreendimentos de grande relevância.
Empreendedor em busca do nirvana

Esse estado se conquista, e não depende de sinais aparentes, ou talvez esteja mais próximo de atitudes comuns, porém dotadas de alto poder solidificador, mesmo porque o universo empresarial não é constituído apenas de colossos do empreendedorismo ou de produtos e soluções revolucionárias em termos de tecnológica e consumo. Para se obter esta constatação, sugiro uma volta pelo quarteirão com uma boa conversa com o padeiro bem sucedido da esquina.
Sendo assim e colocando os pés no chão, deixar de ser pequeno, significa:
1- Ter a clara consciência de que inovação não significa necessariamente inovação tecnológica, mas pode estar perfeitamente ancorada em novos métodos, ou aos cuidados básicos do dia-a-dia, que no final das contas fazem toda a diferença;
2- Manter a estrutura administrativa, documental e contábil em perfeita ordem e constantemente verificada. Ela é tão importante quanto a sua capacidade de gestão negocial ou de inovar.
3- Construir um negócio rentável, que permita não apenas as reservas para o reinvestimento, mas também a legítima recompensa dos sócios por meio da distribuição de lucros.
4- Conquistar a capacidade de crescimento por meios orgânicos, sem depender necessariamente da inserção de investidores de risco.
5- Avançar com consistência e perseverança, sem se abalar pela última modinha de gestão, ou pelos sinais aparentes de sucesso dos concorrentes.
6- Não se deixar influenciar pelas pressões sociais e comportamentais para que o seu escritório se adapte imediatamente às tendência do momento, aquelas mesmas que deixarão de ser tendência no horizonte de dois ou três meses.
7- Manter taxas, impostos e compromissos financeiros em dia.
8- Desenvolver uma equipe engajada, profissionalmente madura, estável e confiável.
9- Ter um planejamento detalhado, bem elaborado que seja levado a sério.
Como última dica, recomendo atuar de forma que a ética deixa de uma vez por todas de ser uma expressão de marketing, ou performance vazia. Atue com ética e ponto final, sem que isso necessite ser anunciado. Tenha certeza de que o seu silêncio gritará na mente de clientes, fornecedores, funcionários e concorrentes.
Boa sorte e até o próximo.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil