RIO - Num processo de seleção, o recrutador tem alguns fatores para
avaliar a respeito dos candidatos e, a partir daí, optar por um ou
outro. Currículo, apresentação e adequação do perfil do profissional ao
da vaga são alguns deles. Mas, revertendo um pouco a situação: o que os
profissionais avaliam a respeito das empresas para as quais se
candidatam? Por que não fazer uma espécie de "auditoria" sobre a cultura
de cada potencial empregador que irá visitar? Trata-se de um exercício
muito estimulante se feito corretamente, afirma Megham Biro, fundadora
da TalentCulture, especialista em gestão de carreira reconhecida
mundialmente na busca e retenção de talentos.
Mas o que é importante saber para ver se a empresa realmente
atende a suas expectativas? Em artigo publicado no site de carreiras
Glassdoor, Megham enumera as perguntas que o candidato deve fazer antes
de aceitar uma proposta de emprego:
1) Os funcionários são remunerados de forma justa? Ou: os salários são competitivos em relação a outras companhias do setor?
2) Os benefícios oferecidos são compatíveis aos dos concorrentes?
3) A empresa conta com programas que demonstrem que valorizam o
trabalho de seus empregados (prêmios, bônus e avaliações de desemprenho
regulares)?
4) A empresa costuma investir no treinamento para garantir o desenvolvimento de seus funcionários?
5) Os gestores têm uma política de portas abertas? Existe um bom fluxo de comunicação entre chefes e empregados?
6) Seus valores correspondem aos da empresa? Isto pode ser
respondido, em parte, revendo a missão da organização, mas o ideal é
conversar com funcionários de vários setores. Assim fica mais fácil
conhecer parte da equipe e saber como funciona a empresa e o que é ou
não permitido, em termos de atitudes, vestuário e hábitos.
- Não se deve esperar até que seja eliminado do processo ou
esteja frustrado com seu trabalho, caso seja contratado. Faça logo essas
perguntas antes de investir tempo, energia e criatividade para se
tornar um bom funcionário - aconselha a consultora americana.
Para ela, é importante para a empresa, da mesma forma, tornar
clara qual é a sua cultura. Esse tipo de posicionamento ajuda a orientar
o dia a dia de seus funcionários:
- A cultura de uma empresa é uma das ferramentas mais eficazes
para se atrair bons profissionais. E talento é o que diferencia as
empresas vencedoras daquelas que não conseguem evoluir - conclui Megham.
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sexta-feira, agosto 19, 2011
quinta-feira, agosto 18, 2011
14 dicas essenciais para motivar seus funcionário !!!
A dica de hoje foi dada por David Shedd no portal Entrepreneur.com
- Não demonstre estar nervoso ou com raiva.
- Não seja frio, distante ou grosseiro.
- Passe mensagens simples e claras.
- Não haja como se eles trabalhassem somente pra você alcançar o seu sucesso.
- Não evite assumir a responsabilidade pelas suas ações.
- Faça o que você disse que ia fazer quando disse que iria fazer.
- Responda a telefonemas e emails.
- Não tire conclusões antes de checar os fatos primeiro.
- Em público, sempre dê apoio ao seu time.
- Guarde “puxões de orelha” para momentos privados.
- Admita seus erros.
- Reconheça seu time pelos trabalhos realizados.
- Sempre pergunte e escute cada pessoa do seu time.
- Sorria e se divirta no trabalho.
quarta-feira, agosto 17, 2011
Dicas para deixar de ser pequeno !!!
Antes de tudo, vamos deixar algo bem claro: tamanho não é documento.
Creio que sobre isso não existe discordância (é o que imagino), e quando
classifico um negócio como grande ou pequeno, me refiro a sua expressão
como empreendimento e não ao porte do seu escritório ao número de
funcionários ou ao elenco de ideias (as vezes meros palpites sem
embasamento). Trata-se, então, de valor agregado, posicionamento,
originalidade, capacidade de gestão e competência.
No entanto, seguindo a coerência do conceito, o fato do seu escritório ser um ovo, dispor de dois colaboradores e dois sócios e empenhar um projeto único, ambicioso, inovador e consistente, não significa que tenha atingido o nirvana dos empreendimentos de grande relevância.
Esse estado se conquista, e não depende de sinais aparentes, ou
talvez esteja mais próximo de atitudes comuns, porém dotadas de alto
poder solidificador, mesmo porque o universo empresarial não é
constituído apenas de colossos do empreendedorismo ou de produtos e
soluções revolucionárias em termos de tecnológica e consumo. Para se
obter esta constatação, sugiro uma volta pelo quarteirão com uma boa
conversa com o padeiro bem sucedido da esquina.
Sendo assim e colocando os pés no chão, deixar de ser pequeno, significa:
1- Ter a clara consciência de que inovação não significa necessariamente inovação tecnológica, mas pode estar perfeitamente ancorada em novos métodos, ou aos cuidados básicos do dia-a-dia, que no final das contas fazem toda a diferença;
2- Manter a estrutura administrativa, documental e contábil em perfeita ordem e constantemente verificada. Ela é tão importante quanto a sua capacidade de gestão negocial ou de inovar.
3- Construir um negócio rentável, que permita não apenas as reservas para o reinvestimento, mas também a legítima recompensa dos sócios por meio da distribuição de lucros.
4- Conquistar a capacidade de crescimento por meios orgânicos, sem depender necessariamente da inserção de investidores de risco.
5- Avançar com consistência e perseverança, sem se abalar pela última modinha de gestão, ou pelos sinais aparentes de sucesso dos concorrentes.
6- Não se deixar influenciar pelas pressões sociais e comportamentais para que o seu escritório se adapte imediatamente às tendência do momento, aquelas mesmas que deixarão de ser tendência no horizonte de dois ou três meses.
7- Manter taxas, impostos e compromissos financeiros em dia.
8- Desenvolver uma equipe engajada, profissionalmente madura, estável e confiável.
9- Ter um planejamento detalhado, bem elaborado que seja levado a sério.
Como última dica, recomendo atuar de forma que a ética deixa de uma vez por todas de ser uma expressão de marketing, ou performance vazia. Atue com ética e ponto final, sem que isso necessite ser anunciado. Tenha certeza de que o seu silêncio gritará na mente de clientes, fornecedores, funcionários e concorrentes.
Boa sorte e até o próximo.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil
No entanto, seguindo a coerência do conceito, o fato do seu escritório ser um ovo, dispor de dois colaboradores e dois sócios e empenhar um projeto único, ambicioso, inovador e consistente, não significa que tenha atingido o nirvana dos empreendimentos de grande relevância.
Sendo assim e colocando os pés no chão, deixar de ser pequeno, significa:
1- Ter a clara consciência de que inovação não significa necessariamente inovação tecnológica, mas pode estar perfeitamente ancorada em novos métodos, ou aos cuidados básicos do dia-a-dia, que no final das contas fazem toda a diferença;
2- Manter a estrutura administrativa, documental e contábil em perfeita ordem e constantemente verificada. Ela é tão importante quanto a sua capacidade de gestão negocial ou de inovar.
3- Construir um negócio rentável, que permita não apenas as reservas para o reinvestimento, mas também a legítima recompensa dos sócios por meio da distribuição de lucros.
4- Conquistar a capacidade de crescimento por meios orgânicos, sem depender necessariamente da inserção de investidores de risco.
5- Avançar com consistência e perseverança, sem se abalar pela última modinha de gestão, ou pelos sinais aparentes de sucesso dos concorrentes.
6- Não se deixar influenciar pelas pressões sociais e comportamentais para que o seu escritório se adapte imediatamente às tendência do momento, aquelas mesmas que deixarão de ser tendência no horizonte de dois ou três meses.
7- Manter taxas, impostos e compromissos financeiros em dia.
8- Desenvolver uma equipe engajada, profissionalmente madura, estável e confiável.
9- Ter um planejamento detalhado, bem elaborado que seja levado a sério.
Como última dica, recomendo atuar de forma que a ética deixa de uma vez por todas de ser uma expressão de marketing, ou performance vazia. Atue com ética e ponto final, sem que isso necessite ser anunciado. Tenha certeza de que o seu silêncio gritará na mente de clientes, fornecedores, funcionários e concorrentes.
Boa sorte e até o próximo.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil
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