quinta-feira, agosto 25, 2011

3 motivos para você fortalecer sua marca!!!

Como Mauro já comentou no artigo “Qual a diferença entre marca, logotipo, ícone e avatar?”, a marca é o sentimento que uma pessoa tem em relação a uma entidade (empresa, produto, serviço ou outra pessoa). É algo marcado mais pela emoção e paixão do que pela razão e pelos sentidos vitais (como a visão).
E ainda digo mais! Na minha visão, marca é a capacidade que a empresa tem em ser lembrada pelo cliente no momento em que ele quer comprar. Como provavelmente não é todo dia que seu cliente acorda e pensa “Caramba, como eu preciso comprar esse produto!”, você precisa fazer um trabalho de construção de marca para ser lembrado no dia que essa demanda aparecer.
Ou seja, sua marca é um dos investimentos mais importantes que você pode fazer.
A importância de uma marca forte
Quem não se lembra instantaneamente desses símbolos?
Uma marca forte facilita a escolha do seu cliente
Digamos que você ganhou na mega-sena e está com vontade de comprar um carro de luxo. Ao analisar algumas possibilidades, você vê um carro desconhecido, com características técnicas impressionantes e um preço razoável. Do lado, você pode comprar uma Ferrari. Não é uma escolha muito difícil né?
Pra exemplificar o outro lado, confira essa foto. Veja que o preço é exatamente o mesmo, assim como a quantidade do produto. Pra piorar, o jeitão da embalagem ainda é muito parecido.
Sem o uso de técnicas avançadas como uni-duni-tê e cara ou coroa, fica muito difícil escolher entre as 2 opções. Será que seu cliente não passa por uma situação parecida quando te compara com seus concorrentes?
Marcas fortes geram boca-a-boca a seu favor
Pare um pouquinho e lembre-se da última vez que você falou sobre uma empresa pra um amigo/conhecido/familiar, etc. Com certeza essa recomendação aconteceu por causa de uma propaganda maneira, por alguma história interessante envolvendo um produto ou por ter tido uma experiência bacana com o atendimento que a empresa te forneceu.
Ou seja, a marca era forte o suficiente para você lembrar dela.
Ter uma marca forte não precisa custar caro
Quando pensamos em marca, branding ou outros termos bacanudos do marketing, normalmente o pensamento que vem em seguida é “Ah, mas isso é coisa pra grandes corporações. Eu não tenho tempo/dinheiro/conhecimento/contatos pra focar nisso agora”. Felizmente isso não é verdade.
Te digo isso por um simples fato: a Empreendemia, que hoje tem uma marca conhecida nacionalmente, foi criada por 3 moleques, recém ingressos no mercado de trabalho e sem orçamento pra investir em publicidade. Se nós conseguimos, mesmo sem recursos, você também consegue.
Conclusão
Uma marca forte não se constrói do dia pra noite, mas é um investimento que fará toda a diferença no sucesso de longo prazo da sua empresa. Para isso, saiba muito bem quem é o seu cliente e como você quer que ele enxergue sua empresa. Sua identidade visual é o primeiro passo dessa experiência.
No nosso caso, temos um sócio (Mauro) que é o responsável pela identidade visual e design, mas uma possibilidade bacana é usar serviços como o da We do Logos.
Eles têm acesso a uma comunidade de designers e você pode conseguir desde logos até blogs corporativos por preços bem acessíveis. Vale a pena conferir a lista de produtos que eles oferecem. Saiba mais aqui.
Abraços,
Millor Machado (lutando diariamente pra fortalecer a marca da Empreendemia)

quarta-feira, agosto 24, 2011

Busque sua inspiração, não fique sentado esperando por ela !!!

A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.
Uma maneira de se trabalhar com brainstorming e inovação é esperar que a inspiração apareça sozinha. Esperar que ela pouse no seu ombro e que você saia por aí preparado para escrever o que for.
A outra maneira é procurar essa inspiração, fazê-la aparecer, treiná-la para que ela sempre chegue a tempo.
O primeiro método brinca com nossos medos. Afinal, se você não está inspirado não é sua culpa não terminar um trabalho, ou fazer algo memorável – Ei, eu não tenho boas idéias, você não pode esperar que eu diga algo se não tenho boas idéias…
O segundo método desafia o medo e mostra que você está preparado para fazer as coisas acontecerem. Sua primeira idéia pode não ser tão boa, sua segunda ou décima também não, mas uma vez que você se dedique a sempre buscar sua inspiração, isso se tornará um ciclo e você irá fazer a diferença.
Exemplo simples: Comece um blog e escreva uma vez por dia sobre como sua empresa favorita pode melhorar seus produtos ou serviços. Faça isso todos os dias por um mês, uma idéia por dia. Em algumas semanas você perceberá a diferença que suas idéias podem causar e começará a utilizá-las.
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Quando a inspiração bater, você precisará distinguir as ideias boas das ruins, por isso recomendo o post: Características de uma boa ideia.

O que os bem-sucedidos fazem de diferente?

Há alguns posts eu tento passar um pouco da dimensão psicológica do empreendedor. A razão é uma percepção particular. Muito humildemente, eu acredito que o sucesso de um empreendedor não depende apenas de um bom produto, um negócio bem montado e aporte de capital. Há um fator humano que pode desequilibrar toda a balança. Mesmo quando o empreendedor já tem um produto desenvolvido e, aparentemente, está bombando no mercado. São os aspectos subjetivos da perseverança, da capacidade de assumir risco, da constante auto-motivação e do aprendizado pelo exemplo de outros.

Venho de família de empreendedores e converso com muitos todos os dias. Já vi guinadas extremas em negócios, tanto para o bem quanto para o mal. Duas coisas garantiram a sobrevivência das empresas durante os momentos críticos de inflexão: a capacidade do empreendedor de assimilar as pancadas (metafóricas, claro) e a habilidade de enxergar novos caminhos. São aspectos que não necessariamente dizem da qualidade do produto, da fatia do mercado ou do capital investido. São exigências comportamentais que interferem diretamente no andamento dos negócios.
É claro que apenas o aspecto pessoal não garante sucesso. É preciso conjugá-lo com todas as premissas clássicas que definem um bom negócio: ter um produto ou serviço pelo qual as pessoas querem pagar; ter bons meios de fazer esse produto chegar ao consumidor e montar uma estrutura eficiente na qual as receitas são maiores que os custos.  Mas negócio nenhum mantém o crescimento se o empreendedor for descontrolado ou não tiver a habilidade de equilibrar vários pratos ao mesmo tempo.
O que, então, garante o sucesso, em termos psicológicos e comportamentais? Há padrões que podem ser percebidos e aprendidos? A resposta é sim, segundo a psicóloga americana Heidi Grant Halvorson, autora do livro Succeed: How We Can Reach Our Goals (Seja bem sucedido: Como Podemos Atingir Nossos Objetivos, numa tradução livre). Em um texto escrito para a Harvard Business Review, ela elenca nove coisas que as pessoas bem-sucedidas fazem diferente do resto. Não são tarefas desumanas. Elas revelam que os bem-sucedidos têm processos para executar suas obrigações e refletem, mesmo que inconscientemente, sobre sua condição e como melhorá-la para ter mais eficiência. Leia a lista e confronte-se. O que você faz diferente?
Seja específico. Ao impor metas, seja o mais específico possível. A precisão dá uma medida clara do que é o sucesso. Perder cinco quilos é mais preciso que perder algum peso. Saber exatamente o que tem de ser alcançado mantém a motivação. Pense também em ações específicas que vão ajudar na realização das metas. Dormir menos, comer menos, exercitar-se mais – são todas promessas vagas demais. Já definir um horário fixo para se deitar todas as noites não deixa margem para outras possibilidades. Transposto para a vida profissional, o processo de autodisciplina funciona da mesma maneira.
Não desperdice oportunidades. O homem moderno é um ser muito atarefado. Ele pratica uma espécie de malabarismo com as oportunidades. Ele pega uma, trabalha nela um pouco e a joga para o alto. Ao mesmo tempo, ele pega outra oportunidade, trabalha nela um outro tanto e a joga para o alto… Apenas para apanhar a primeira oportunidade. Nós perdemos muitas chances de agir simplesmente porque não notamos que estavam em nossas mãos. Imagine aquele contato comercial que se distancia. Será que realmente você não tem tempo para pegar o telefone e ligar para ele? Atingir os objetivos significa agarrar as oportunidades – as grandes e as pequenas – antes que elas escorram pelos dedos.
Saiba exatamente o quanto falta no caminho. Para atingir metas é preciso um monitoramento honesto e regular do próprio progresso. Se não há ninguém para lhe dar esse feedback, avalie a si mesmo. Se você não souber o quão bem está indo, não conseguirá ajustar suas estratégias corretamente. Confira seu progresso com olhos rigorosos e em bases frequentes – diariamente, dependendo do objetivo.
Seja um otimista realista. Ninguém determina objetivos sem se envolver numa rede de pensamento positivo. Acreditar na capacidade de ser bem-sucedido é fundamental para criar e manter a motivação. Mas nunca subestime as dificuldades de atingir metas. A maioria exige tempo, planejamento, esforço e persistência. Estudos mostram que pensar que as coisas vão fluir facilmente e sem esforço deixa o empreendedor mal preparado para missão, aumentando as chances de fracasso.
Concentre-se em melhorar, não em ser bom. É importante a pessoa acreditar que tem a habilidade para atingir as metas, mas também importa muito que ela confie que é possível aprender a habilidade. A maioria das pessoas acredita que a inteligência, a personalidade e as aptidões são coisas fixas, que não podem ser melhoradas. O resultado: o foco nas metas se direciona a provar a própria capacidade, em vez de desenvolver e adquirir novas competências. Ainda bem que caiu por terra a percepção de que as habilidades nos são determinadas por natureza e imutáveis (confira meu post anterior). Aceitar o fato de que é possível mudar e melhorar ajuda a fazermos escolhas melhores e atingir pleno potencial. “Pessoas cujas metas sejam melhorar, em vez de ser bom, tomam a dificuldade como estímulo e apreciam a jornada tanto quanto o destino”, diz Heidi.
Seja firme. É a vontade de se comprometer com objetivos de longo prazo e persistir diante de dificuldades que distingue os bem-sucedidos. Pessoas firmes geralmente aproveitam melhor a educação que receberam e expressam isso em resultados. A boa notícia é que, se você nunca foi um dos mais esforçados, existem maneiras de melhorar a situação. Pessoas sem essa “pegada” geralmente pensam que não têm as qualidades intrínsecas dos bem-sucedidos. “Está errado”, diz Heidi. Como já foi dito, esforço, planejamento, persistência e boas estratégias são as chaves para o sucesso. Abraçar essa percepção não irá apenas ajudar a enxergar as metas mais nitidamente, como a ganhar a firmeza necessária.
Malhe sua força de vontade. Seus músculos de autocontrole são como qualquer outro músculo em seu corpo – quando não é exercitado, fica flácido com o tempo. Mas quando é usado, cresce forte e mais adequado para ajudá-lo a atingir os objetivos. Para tonificar a força de vontade, tome desafios que exijam coisas que você prefira não fazer. Sempre que uma tarefa não lhe parecer atraente, ou exija muito esforço, faça.
Não jogue com as tentações. Não importa quão sólida se tornou sua força de vontade. É importante manter em perspectiva de que ela é limitada e, se você se sobrecarregar, vai acabar sem energia. Não tente tomar duas tarefas desafiadoras ao mesmo tempo. É possível parar de fumar e entrar em dieta ao mesmo tempo? E não se coloque em apuros que não podem ser remediados, em situações cheias de tentações. “Pessoas de sucesso sabem como não tornar as metas mais difíceis do que já são”, diz Heidi.
Foco no que vai fazer, não no que não vai fazer. Você quer perder peso, parar de fumar  ou domar seu temperamento? Então planeje como substituir seus hábitos ruins por outros bons. É bem melhor que ficar refletindo apenas sobre suas falhas, seus erros. Tentar evitar um pensamento só faz com que ele fique ainda mais ativo na mente. O mesmo é verdadeiro quando falamos de comportamento. Ao tentar não fazer algo ruim, o hábito se fortalece. Se você quer mudar seu jeito de ser, pergunte a si mesmo: em vez disso, o que posso fazer?