sexta-feira, agosto 05, 2011

Networking: como organizar sua rede de contatos

Mesmo acreditando na lei geral da meritocracia (ganha quem faz melhor), o famoso ‘QIQuem Indica‘ deve ser considerado essencial por qualquer empreendedor que busca o sucesso.
Negócios acontecem entre empresas, mas representadas por pessoas, ou seja, tudo depende delas e da credibilidade que uma passa à outra – e isso também vale para indicar (ser indicado por) pessoas – como os gurus de negociação dizem “confiança é tudo“.
Porém, é muito fácil você se perder nas inúmeras oportunidades/contatos que aparecem e, por isso, nós recomendamos aqui uma pequena classificação para você não só organizar seus contatos numa planilha básica, como também para direcionar seu foco de atuação:
Clientes e fornecedores
São os mais óbvios, já que necessariamente estão diretamente envolvidos com a produção e geração de receita. Deixá-los bem definidos (mesmo os que são ainda ‘possíveis clientes/fornecedores’) e defini-los como prioridade alta (contato constante) são pontos que farão a diferença para você ter melhores fornecedores e mais clientes.
Oráculos
São aqueles que por terem mais experiência conseguem te dar feedbacks sobre o andamento do seu negócio e, obviamente, te apresentar a outras pessoas. Por serem pessoas normalmente ocupadas, planeje bem as (poucas) conversas pra saber antes exatamente como elas te ajudarão.
Se você não conhece diretamente oráculos que podem te ajudar, não tenha medo de simplesmente começar um contato do zero: esse tipo de cara-de-pau ajuda muito.
‘Amigos’
Através da sua rede pessoal ou mesmo de contatos que surgem por acaso, você conhecerá pessoas de diversas áreas que não necessariamente tem a ver com seu negócio. Porém, ao passo que você conhece cada vez mais pessoas, você se torna um direcionador de contatos, conectando pessoas que podem fazer negócios entre si. Qual seu ganho direto com isso? Nenhum, mas ajudar alguém confiável não machuca, não gasta quase nada de tempo e, de alguma forma, isso sempre volta pra você.
Abraços,
Luiz Piovesana (elevando o QI)

Trate seu cliente como realeza !!!

A dica de hoje foi enviada por Alyssa Gregory através do blog The Small Business Idea Generator.
Existem muitos fatores diferentes que influenciam na satisfação de clientes, além da qualidade do produto ou serviço que ele está comprando. Donos de pequenos negócios vendem uma experiência – os produtos e serviços não trabalham sozinhos.
Isso faz muito sentido se você pára pra pensar. Sim, clientes vêm até nós por causa dos nossos produtos e serviços. MAS, eles ficam conosco (e nos recomendam pra outras pessoas) por causa da experiência que nós oferecemos a eles. Então como você garante que está tratando seus clientes bem o suficiente pra você ficar na cabeça deles pelos motivos certos?
Aqui vão algumas maneiras de como tratar seus clientes como realeza:
  • Ofereça serviço excepcional
  • Responda prontamente a ligações e e-mails
  • Ouça e admita os pedidos dos seus clientes
  • Peça feedback
  • Responsabilize-se quando algo der errado
Tudo se resume a fazer mais que o mínimo necessário e lutar para exceder expectativas. Como você dá aos seus clientes um experiência que os faz volta?

Receita pode criar imposto para compensar desoneração da folha de pagamento

05/08 - Apesar de não ter estipulado uma fonte de receitas para compensar a desoneração da folha de pagamentos das empresas – medida adotada pelo governo no Plano Brasil Maior e que será válida para os setores de software, confecções, calçados e móveis – o governo continua a estudar a criação de um tributo adicional para financiar a Previdência Social. A informação é do coordenador-geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli.


Ao detalhar as medidas do Plano Brasil Maior, que pretende estimular a competitividade da indústria nacional, Mombelli disse que a decisão de não criar um tributo ocorreu porque a desoneração para os quatro setores da indústria ainda está em fase de experiência. “É um projeto piloto, que, a princípio, vale até o fim de 2012 e vai ser avaliado continuamente”, alegou.

Com a medida, em vez de pagarem a alíquota de 20% dp INSS sobre a folha de pagamento à Previdência, as indústrias passarão a ser tributadas em um percentual do faturamento. A alíquota será de 2,5% para o semento de software e de 1,5% para os demais setores.

Apesar de o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, ter informado que a medida entrará em vigor em 60 dias, a Receita reiterou a informação repassada ontem pela Fazenda de que o novo sistema de cobrança só começará em três meses.

A medida terá custo estimado para a Previdência de R$ 200 milhões, neste ano, e de R$ 1,4 bilhão, em 2012. Sem fonte de recursos para cobrir a despesa, o governo fará a compensação por meio de recursos do Tesouro Nacional. Outra forma de compensar a perda de recursos será a elevação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) das importações de móveis, calçados e confecções, setores beneficiados pela desoneração.

A Receita Federal não informou a previsão de receita com a elevação da Cofins, que entrará em vigor em dezembro. De acordo com Mombelli, o reajuste não tem objetivos fiscais e pretende apenas corrigir uma distorção que daria vantagem a produtos importados. “Desoneramos a folha de pagamento e criamos uma contribuição sobre o faturamento [dos fabricantes desses produtos] para a indústria nacional. Por uma questão de simetria, fizemos o mesmo com os itens importados”, explicou.

Fonte: Agência Brasil / por TI Inside Online